SIBIOTA – PELD Zonas Costeiras: padrões e processos de biodiversidade e suas relações com variáveis ambientais em três grandes ecossistemas marinhos nas regiões sul, sudeste e nordeste do Brasil.

Coordenador: Dr. João Paes Vieira (FURG).
Professores/Pesquisadores Participantes e Instituições Colaboradoras: Alexandre de Freitas Azevedo (UERJ); Alexandre Miranda Garcia (FURG); Beatrice Padovani Ferreira (UFPE); Clarisse Odebrecht (FURG); Denise Rivera Tenenbaum (UFRJ); Eduardo Resende Secchi (FURG); Erik Muxagata (FURG); Flavia Lucena Frédou (UFRPE); Gisela Mandali de Figueiredo (UFRJ); Jean Louis Valentin (UFRJ); Jose Henrique Muelbert (FURG); José Lailson Brito Junior (UERJ); Leonardo Evangelista Moraes (FURG); Luciano Neves dos Santos (UFERJ); Marcelo Vianna (UFRJ); Mauro Maida (UFPE); Paulo Cesar Oliveira Vergne de Abreu (FURG); Sergio Magalhães Rezende (UFPE); Thierry Frédou (UFRPE).

Resumo: Este projeto visa ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade da Zona Costeira Brasileira através do estudo comparativo de diferentes “unidades de habitats” dentro das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, integrando o conhecimento sobre os padrões emergentes dos estudos das mudanças climáticas globais sobre o ecossistema costeiro. O projeto está estruturado por grupos ecológicos (Fitoplâncton, Zooplâncton, Nécton) e por grupos taxonômicos específicos (peixes e mamíferos marinhos), abrangendo diferentes “unidades de habitats” dentro das distintas regiões da Zona Costeira Brasileira (estuários, lagoas, baias, marismas e franjas de recifes de coral), tendo como subsídio dois projetos aprovados no Programa PELD Brasileiro que estudam relações de longo prazo no Estuário da Lagoa dos Patos, desenvolvido pelo IO-FURG, na Baía de Guanabara, promovido pelo consórcio UFRJ, UNIRIO – UERJ – LNCC), e da suporte ainda a um terceiro projeto sobre a ictiofauna estuarina e costeira do Estado de Pernambuco, desenvolvido pelas UFPE e UFRPE. A partir dos resultados alcançados, o projeto visa ampliar o conhecimento e entendimento da biodiversidade nacional, através do estudo de seus padrões e processos ecológicos e de suas relações com variáveis geofísicas e antrópicas, permitindo melhorar a capacidade preditiva de respostas da biodiversidade a mudanças globais, particularmente às mudanças de uso ambiental e mudanças climáticas.
Financiamento: CNPq; FAPERGS; CAPES.